Divulgue seu trabalho – Eudora – Um longa metragem sobre valores humanos

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Divulgue seu trabalho – Eudora – Um longa metragem sobre valores humanos

Chamo-me Fátima Seehagen, sou artista plástica, roteirista e diretora de cinema independente.

No momento estou produzindo – EUDORA –  Um longa metragem (ficção) sobre valores humanos que tem como centro da trama a vida de uma instrumentista da Viola da Gamba (instrumento barroco de música erudita), interpretada por Iara Ungarelli, a primeira brasileira a formar-se no curso técnico de Viola da Gamba no Brasil, (orientada por Cecília Aprigliano, 2009). Ambientado no período que vai da década de 70 a 90, o filme pretende dialogar com os jovens sobre questões do comportamento humano na atualidade.

 Já com as primeiras cenas filmadas, estamos em fase de captação de recursos, através do sistema de ‘Product Placement’ e precisamos de ajuda para divulgação/financiamento deste projeto.

banner18EUDORA – O longa metragem – (ficção)

‘A beleza interior ainda vai salvar o mundo’

Com direção de Fátima Seehagen, o primeiro filme brasileiro a destacar a Viola da Gamba é uma produção independente que tem Participação Especial de Fulvio Stefanini – como Pai Doce (Pai-doce tem um talento incomum para fazer pães maravilhosos e cuidar de cavalos. Possui uma carroça à moda antiga conduzida pelo jovem e fogoso cavalo Qué-Qué, que parece saber o quanto seu dono lhe quer bem. As crianças os rodeiam com tagarelices e aprendem dele o que conseguem assimilar.O padeiro alimenta um carinho especial pela mãe de Eudora, Aline, como se ela fosse sua filha. Sua presença na trama traz para o tema o valor de exemplos verdadeiros na formação de uma criança. Sua fala, tão doce como seus pães mais elaborados, ficará como uma marca no coração de todos.)

SINOPSE

Ao nascer, cada ser humano carrega uma composição de milhares de genes – Como nos tornamos o que somos? Por que reagimos desta ou daquela forma? O comportamento humano é bastante curioso e estas perguntas instigam a imaginação das pessoas desde sempre.

A raça humana já inventou muitas formas diferentes de destruir a si mesma. Cientistas já se dedicaram a analisar as atitudes que tomamos, mas grande parte dessa área do conhecimento ainda permanece um mistério.  Além de aspectos centrais da personalidade individual, crenças, valores e emoções – muito do que somos e fazemos – fatores de gênero também estão envolvidos nessa balança.

Nesta época em que cada um procura entender a si próprio, o longa metragem  retoma delicadamente esta questão com um olhar feminino aberto às vivências mais profundas da alma humana.

‘Algumas de nossas experiências emocionais mais intensas vêm quando estamos assistindo a um filme. Em uma época de crueldade e insensibilidade, produzir um filme como este, uma história comovente em um ambiente meticulosamente desenhado, inspirado na psicologia comportamental, é fascinante. ‘

#chapada dos parecis

Uma vista aérea das belas cachoeiras na Chapada dos Parecis ‐ MT enche a tela em um plano aberto de ambientação. A exuberância das quedas d’água já conta, na primeira cena, da força feminina que permeia a história.

A trama que se desenvolve a seguir conta da vida de Eudora uma extraordinária instrumentista da viola da gamba – uma mulher que todos gostaríamos de conhecer: linda e exuberante, íntegra em todos os seus atos, dedicada ao extremo à sua arte e sua equipe e que não resiste a ambição impetuosa que vive na alma de todo artista – criar algo diferente. Seu comportamento ímpar modificará para sempre a percepção de vida daqueles que a cercam e, certamente, daqueles que assistirem ao filme.

Ambientado entre as décadas de 70 e 90, em plena euforia do III Festival de Música Popular Brasileira, o filme propõe o envolvimento com um conceito elevado de beleza como contraponto da dor – esta depressão tão presente em nossos dias. Este envolvimento é gradativo e se dá nos ambientes, figurinos, músicas até finalmente parecer natural ao comportamento humano a ponto de poder ser assimilado por qualquer pessoa.

Há coisas que você não quer acreditar que são verdadeiras, mas elas são, e ninguém está disposto a ensinar. Coisas que fazem você pensar…

Vivenciando lados opostos de uma situação, cada um dos personagens, ao seu modo, passa por uma espantosa transmutação, através de suas escolhas, influenciando o ambiente que o cerca.

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Cor e dança, verbo e música, movimento e quietude, despertam sentidos adormecidos para o crescimento do feminino como apoio, tanto no individual como no coletivo. Um feminino que aqui, não se mostra frágil, mas delicado, buscando um sentido mais amplo para a existência humana.

E você pode dizer: ‘Isso nunca iria acontecer comigo’ e seguir em frente… mas o fato é que se você assistir a alguém no cinema com um rosto sorridente preenchendo a tela, em pouco tempo um sorriso se instalará em seu rosto, então vamos encher a tela do cinema com beleza, esperança, alegria e música de primeira.

ELENCO:

Participação Especial de Fulvio Stefanini – como Pai Doce

Iara Ungarelli – como Eudora Doutel

Natália Ferrari e Noedja Bacic – como Aline Doutel (2 idades)

Jamile Haydée – como Luana Maciel

Cleto Baccic – como Enzo

João Bresser – como Michel Arlet

Maico Silveira – como Javier Martin

Bruno Ospedal – como Caetano Doutel

Para acessar todos os detalhes do filme, atores, sinopse, equipe ou simplesmente falar com qualquer um da equipe: clique aqui.

Fátima Seehagen – Artista Plástica, Roteirista e Diretora

 

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