Agenda

  • qua
    08
    fev
    2017
    dom
    30
    abr
    2017
    Museu de Arte Moderna de São Paulo

    Serviço
    Anita Malfatti: 100 anos de arte moderna
    Curadoria: Regina Teixeira de Barros
    Visitação: 8 de fevereiro  até 30 de abril de 2017
    Entrada: R$ 6,00 – gratuita aos sábados
    Local: Museu de Arte Moderna de São Paulo – Grande Sala
    Endereço: Av. Pedro Álvares Cabral, s/no – Parque Ibirapuera (portões próximos: 2 e 3)
    Horários: terça a domingo, das 10h às 17h30 (com permanência até as 18h)
    T +55 11 5085-1318
    atendimento@mam.org.br
    Para mais informações, clique aqui.

  • qua
    22
    fev
    2017
    42h

    https://www.facebook.com/lasabuelitas/

  • qui
    23
    fev
    2017
    dom
    30
    abr
    2017
    Itaú Cultural

    abertura
    quarta 22 de fevereiro de 2017
    às 20h

    visitação
    quinta 23 de fevereiro a domingo 30 de abril de 2017
    terça a sexta 9h às 20h [permanência até as 20h30]
    sábado, domingo e feriado 11h às 20h

    piso 1 [indicado para todos os públicos]

    Entrada gratuita

    Mais Informações: http://www.itaucultural.org.br/programe-se/agenda/evento/ocupacao-laura-cardoso/

  • qua
    01
    mar
    2017
    sex
    10
    mar
    2017
    Centro Cultural São Paulo

    O Centro Cultural São Paulo, em parceria com a Fundação Japão, exibe a partir de 01 de Março a mostra Ozu-Hara: A Mulher Japonesa, reunindo filmes japoneses da década de 50 e 60 com um recorte dedicado ao protagonismo feminino da época. A mostra seleciona 12 filmes em formatos DCP e 16mm, que buscaram na representação feminina a crítica à cultura tradicional japonesa e aos problemas sociais do Japão.

    O título da mostra, a corruptela Ozu-Hara, é uma referência direta à relação profissional de longa data entre a atriz Setsuko Hara e o diretor Yasujirô Ozu. A atriz iniciou sua carreira como figurante em filmes de guerra até ser selecionada para o filme Não Lamento Minha Juventude, de Akira Kurosawa

    Mais informações: clique aqui

  • dom
    05
    mar
    2017
    qua
    19
    abr
    2017
    Coletivo Di JeJê

    Renata Prado é pedagoga, referência no tema sobre geração tombamento e uma das organizadoras da festa Batekoo. Ela é responsável por ministrar um curso sobre o tema em parceria do Coletivo Dijejê, que visa dar destaque à participação das mulheres e do grupo LGBTT no movimento. Faça aqui a sua inscrição.

  • qua
    08
    mar
    2017
    ter
    14
    mar
    2017

    A arte é uma manifestação humana de ordem estética e comunicativa muito poderosa. Em suas diversas linguagens e variadas combinações, ela não apenas reflete, mas também influencia a nossa cultura. Por meio da arte, é possível evoluir comportamentos, normas e percepções que formam a nossa visão cultural sobre gênero.
    Assim como em várias esferas sociais, as mulheres são subrepresentadas na artes. Ao mesmo tempo, as artes, em suas diferentes expressões, oferecem inúmeras possibilidades de empoderamento para as mulheres e meninas, e de progresso na busca pela igualdade de gênero, raça e etnia.

    Mais informações: clique aqui

  • qua
    08
    mar
    2017
    18:30Espaço D'Elas

    Vai começar o Curso Regular Dança (e) Autonomia do #SeuMovimento noEspaço D'elas!

    E para inaugurar essa nova parceria, a aula de estreia será um encontro gratuito e aberto ao público.

    Mais informações: clique aqui

  • qua
    08
    mar
    2017
    19h30

    As histórias contadas neste encontro trazem ensinamentos sobre como encarar os desafios de nossa jornada.

    Por meio de contação de histórias e dinâmicas, Marianna Portela propõe reflexões sobre como superar dificuldades, buscar sonhos, liderar sua vida e incentivar o espírito de cada uma. Vamos trabalhar os talentos femininos e incentivar a troca de experiências, reforçando os valores de amizade e confiança mútua entre mulheres.

    08 de março - quarta das 19h30 às 21h30
    Rua Eng. Francisco Azevedo, 216 - Vila Madalena - São Paulo
    Valor da troca: R$40 antecipado ou R$50 no dia |
    VAGAS LIMITADAS

    inscrição no email contato@historiascurativas.com

  • sex
    10
    mar
    2017
    dom
    02
    abr
    2017

    Elogiada pela crítica, a Taanteatro Companhia volta da Europa para apresentar Artaud, le Mômo. Florence de Merèdieu, professora de estética da Sorbonne, biógrafa e estudiosa do poeta e criador do Teatro da Crueldade Antonin Artaud considerou “sensacional” o desempenho de Maura Baiocchi em Artaud, le Mômo apresentado no Théâtre de Nesle em Paris:

    “Baiocchi ultrapassa amplamente todas as interpretações dadas até agora. Ela é Artaud e além de Artaud. Sem dúvida, é a primeira vez que le Mômo é encarnado dessa forma e por uma mulher”,

    registrou em seu blog Journal Ethnographique.

    Mais informações: http://lasabuelitas.com/revista/taanteatro-companhia-artaud-le-momo/

  • sáb
    11
    mar
    2017
    CCJ-Centro Cultural da Juventude

    Venham todas e todos!

    NOSSO ENCONTRO SERÁ DIA 11 DE MARÇO, SÁBADO,
    A PARTIR DAS 12H.

    FESTIVAL FEMINICIDADE 2017
    Diálogos sobre o Espaço da Mulher

    Um dia cheio de atividades, rodas de conversas, painéis e trocas de experiência com mulheres inspiradoras sobre temas importantes para todas nós. Teremos várias convidadas especiais, música, intervenções artísticas e feira de empreendedoras com comidinhas e artesanatos, TUDO FEITO POR NÓS, MULHERES!

    Mais informações: clique aqui

  • sáb
    11
    mar
    2017
    dom
    26
    mar
    2017

    A atriz e bailarina Mariana Muniz, após uma temporada de sucesso do espetáculo D’Existir, volta aos palcos no dia 11 de março com seu novo projeto “Fados e Outros Afins”, na SP Escola de Teatro.

    Para essa nova empreitada, Mariana Muniz fez uma imersão em suas origens de brasileira e nordestina, numa dramaturgia, concebida a partir de seu corpo, como uma viagem poética de Lisboa a Recife, sob a direção de Maria Thaís, em um encontro de duas mulheres referências no Teatro e na Dança.

    Mais informações: http://lasabuelitas.com/revista/fados-e-outros-afins/

  • sex
    17
    mar
    2017
    dom
    19
    mar
    2017
    17 e 18 .03 às 20h; 19.03 às 19h

    Até o dia 19 de março, o Caleidos Cia de Dança apresenta o espetáculo “Nós S/A” que explora, por meio da dança, o universo da apropriação do espaço urbano pela lógica do mundo corporativo. O espetáculo de dança discute a organização do espaço e das relações sociais a partir do fenômeno da especulação imobiliária; o mundo corporativo se refletindo no espaço urbano e nas formas de viver em sociedade.

    Mais informações: http://lasabuelitas.com/revista/espetaculo-de-danca-nos-sa-propoe-reflexao-sobre-a-especulacao-imobiliaria/

  • sáb
    18
    mar
    2017
    Coletivo Di Jejê
    Com a feminista, ativista, intelectual e pesquisadora Stephanie Ribeiro
    Dia 18 de Março das 14hs as 18hs
    Valor: 75 reais
  • sáb
    18
    mar
    2017

    Localizado na zona central da cidade de São Paulo, o Bixiga é, sem dúvidas, um dos bairros mais conhecidos e tradicionais da capital paulistana. É com o objetivo de identificar, conhecer e reconhecer a memória material e imaterial constituída em sua formação pela comunidade afro-brasileira, responsável, em grande parte, pelos cantos e recantos do Bixiga, que oferecemos o curso “O percurso da comunidade negra na formação de um bairro paulistano: cantos e recantos do Bixiga”.

    Por meio de aula teórica, em sala de aula, e idas a campo, com visita guiada ao bairro para ensaio fotográfico, o curso tem uma carga horária de 12 horas e será realizado dias 18 e 25 de março (sábados). Estão disponíveis até 30 vagas.

    Mias informações e inscrição clique aqui

  • sáb
    25
    mar
    2017
    Museu Nacional de Brasília

    Dia 21 de Março é o Dia Internacional de luta contra a discriminação racial, porém cai em uma Terça-feira. Então, aguardamos todos vocês no Dia 25, no sábado .
    Estaremos postando os detalhes do evento. Esperamos todos vocês, estamos com saudades.
    ***Encontro de Crespas, Cacheadas e com Box Braids!
    Será um encontro com o maior intuito de ser um "Abraço" a todas que tem ou tiveram dificuldades de assumir o nosso cabelo de origem, principalmente por conta de preconceito;
    Um encontro pra trocar experiências entre quem já passou, quem está passando e quem deseja passar pelo processo de transição;
    Será feito, também, um ensaio fotográfico com todas, roda de diálogo e workshops***

    Mais informações: clique aqui

  • sáb
    25
    mar
    2017
    Coletivo Juventude Ativa

    P O N T O D E C U L T U R A J U V E N T U D E A T I V A Convida para demonstração do resultado da pesquisa de mestrado “ Pelas Margens: vozes femininas na literatura periférica" realizada pela Jornalista Jéssica Balbino, executado no período de 2014 à 2016 pelo Labjor/IEL na Unicamp e também o seu desdobramento que foi a realização do documentário com o mesmo nome, com duração de 60 minutos.
    Este trabalho traz um mapeamento de dados científicos e culturais sobre a produção literária feminina com o registro de 425 mulheres, coletados através de formulário online. O projeto apresenta algumas reflexões que pretendem discutir como se dá a literatura marginal/periférica feita por mulheres e busca responder, na prática, quem são estas mulheres, o que elas fazem, como vivem, como começaram a escrever, que saraus e espaços frequentam e sobre o que escrevem.
    ღO P O N T O D E C U L T U R A adverteღ
    *O espaço que será realizado o evento é um território livre de racismo, gordofobia, sexismo, machismo, lesbofobia, transfobia, homofobia, fascismo e qualquer outra forma de opressão.

    Mais informações: https://www.facebook.com/events/184407482050603/

  • ter
    28
    mar
    2017
    sex
    31
    mar
    2017
    Centro de Pesquisa e Formação do Sesc

    28 de março de 2017 (terça-feira)
    Conferência de abertura
    10:30 – 11:30: Profa. Dra. Françoise Simonet-Tenant – Université de Rouen (França). Mediação Prof. Dr. Marcos Antonio de Moraes (IEB – USP).
    11:45 – 12:45: Profa. Dra. Jaqueline Vassallo – Universidad de Córdoba (Argentina). Mediação Prof. Dra. Ana Paula Cavalcanti Simioni (IEB – USP).

    Mesa 1:  Práticas científicas, práticas generificadas: mulheres na(s) ciência (s)
    14:30 – 16:45: Prof. Dra. Maria Leandra Bizello (Unesp), Luísa Valentini (Doutoranda USP) e Profa. Dra. Heloísa Pontes (Unicamp).
    Mediação Marina Mazze Cerchiaro (Doutoranda MAC – USP).

    Mesa 2:  Literatura como profissão: (as agruras de) ser escritora no Brasil do século XIX
    17:15 – 18:45: Profa. Dra. Maria de Lourdes Eleuterio (FAAP) e Michele Asmar Fanini (Pós-doutora IEB – USP).
    Mediação Profa. Roberta Paredes Valin (UFAM).


    29 de março de 2017 (quarta-feira)

    Mesa 3: Mulheres e a experiência da escrita no Brasil: entre arquivos e histórias
    10:30 – 12:45: Prof. Dr.Marcos Antonio de Moraes (IEB – USP),Raquel Afonso da Silva (Pós-doutora IEB – USP) e Elena Pajaro Peres (Pós-doutora IEB – USP).
    Mediação Marina Mazze Cerchiaro (Doutoranda MAC – USP).

    Mesa 4:  Memórias (re)conquistadas: mulheres artistas e os desafios do reconhecimento
    14h30 – 16h45: Profa. Dra. Ana Paula Simioni (IEB – USP), Andrea de Araújo Nogueira (SESC/USP) e Profa. Dra. Renata Aparecida Felinto (Universidade Federal do Cariri).
    Mediação  Marcos Antonio de Moraes (IEB – USP).

    Mesa 5:  Redesenhando o cânone: mulheres artistas e práticas historiográficas
    17h15 – 18h45: Profa. Dra. Silvana Barbosa Rubino (Unicamp) e Profa. Dra. Helouise Costa (MAC – USP)
    Mediação Ana Paula Simioni (IEB – USP).

    30 de março de 2017 (quinta-feira)
    Mesa 6: Mulheres anônimas: práticas de memórias coletivas silenciadas
    10:30 – 12:45: Profa. Dra.Maria Cristina Cortez Wissenbach (USP), Alexandre Araujo Bispo (doutorando Antropologia USP) e Profa. Dra. Giovana Xavier (UFRJ).
    Mediação Kelly Adriano de Oliveira (SESC)

    Mesa 7:  Compositoras e musicólogas: elas não são as cantoras do rádio
    14:30-16:45: Profa. Dra. Flávia Camargo Toni (IEB – USP), Manoel Aranha Corrêa do Lago (Musicólogo) e Nilcéia Baroncelli (Musicóloga).
    Mediação Flavia Prando (SESC/doutoranda USP)

    Mesa 8: Por novas trilhas: a composição no século XXI
    17:15-18:45:  Valéria Bonafé Sonora: música(s) / feminismo(s) e Ana Carolina Arruda de Toledo Murgel (Pós-doutora Unicamp).
    Mediação Flávia Camargo Toni (IEB – USP).

    31 de março de 2017 (sexta-feira)
    Mesa 9: Mulheres, arquivos e instituições
    10:30 –12:45: Dulcilei da Conceição Lima (SESC/ doutoranda UFABC), Elisabete Marins Ribas (Arquivo IEB – USP) e Profa. Dra. Sônia Maria Troitiño Rodriguez (Unesp).
    Mediação Andréa Nogueira (SESC/USP).

    Mesa 10: Homenagem a Anita Malfatti
    14:30 -16:30: Profa. Roberta Paredes Valin (UFAM), Renata Cardoso (Pós-doutora MAC – USP) e Regina Teixeira de Barros (Curadora da exposição “Anita Malfatti: 100 anos de arte moderna” no MAM).
    Mediação Juliana Braga (SESC).

    Conferência de encerramento
    17:00 – 18:00: Profa. Dra. Aracy Abreu Amaral (USP).
    Mediação Elisabete Marins Ribas (Arquivo IEB – USP).

    As inscrições pela internet podem ser realizadas até um dia antes do início da atividade. Após esse período, caso ainda haja vagas, é possível se inscrever pessoalmente em todas as unidades. Após o início da atividade não é possível realizar inscrição.

    Mais informações: http://www.ieb.usp.br/seminario-internacional-arquivos-mulheres-e-memorias/

  • ter
    04
    abr
    2017
    ter
    02
    maio
    2017
    Universidade Mackenzie

    Matrículas on-line até 28 de março de 2017
    Cursos.extensao@mackenzie.br
    Telefone: 2114-8821
    Profa. Responsável: Rosangela F. de Carvalho Borges (doutorado em Antropologia e pós-doutorado em Linguística)

  • ter
    25
    abr
    2017
    sex
    05
    maio
    2017
    Centro de Pesquisa e Formação do Sesc

    Programa

    Tradução em Libras disponível. Faça sua solicitação no ato da inscrição, com no mínimo dois dias de antecedência da atividade.

    Historicamente as artes têxteis têm sido consideradas como uma arte "menor", relegada ao ambiente privado, na maioria das vezes sendo executadas por mulheres, que ao longo dos anos transmitiram as técnicas através da oralidade. Apesar deste cenário, sempre foram encontradas brechas pelas quais resistências e inovações foram realizadas. A proposta deste ciclo de palestra é discutir o lugar das artes têxteis na história da arte e seu atual resgate por jovens artistas.

    25/04. Arte Têxtil: uma arte menor?
    Abordagem sobre o modo com que a história da arte pode ser vista como uma disciplina perpassada pela dimensão do gênero, particularmente em se tratando das obras de arte têxteis, as quais tradicionalmente foram menos valorizadas por serem associadas a faturas e meios "naturalmente" femininos.
    Com Ana Paula Cavalcanti Simioni.

    27/04. Uma possível história da estamparia
    A história da estamparia será abordada através da perspectiva de Autores & Projetos. Desde o primeiro projeto de design proposto por Phillipe Oberkampf ao final do século XVIII até a experiência brasileira da Arte Nativa Aplicada, capitaneada por Maria Henriqueta Gomes, vários autores renovaram o design de pattern com propostas audaciosas, não apenas atraentes, mas também trabalhando a função principal da estampa: a informação.
    Com Celso Lima.

    02/05. Contracosturas
    Inspirado pelas zonas de experimentação da arte feminista dos anos 70, esta palestra busca refletir sobre a obra de algumas artistas à luz de questionamentos levantados por Virginia Woolf sobre a imaginação criadora da mulher.
    Com Carla Cristina Garcia.

    04/05. Arpilleras: arte têxtil como resistência
    A partir de um resgate histórico das ARPILLERAS, será abordado o caráter transgressor desta técnica têxtil popular chilena, analisando algumas das caraterísticas do seu uso e apropriação por parte das mulheres parentes de desaparecidos/as durante a ditadura militar chilena (1973 - 1990).
    Com Esther Vital.

    09/05. Bordado Contemporâneo
    O surgimento de coletivos jovens e urbanos traz novos temas e propósitos ao ato de bordar. Discutir este novo cenário e a importância do resgate de uma técnica tão tradicional é o objetivo deste encontro. Além disso, haverá uma vivência na qual os participantes aprenderão 2 pontos básicos do bordado livre, assim como dicas de processos e acabamentos.
    Com Clube do Bordado.

    As inscrições pela internet podem ser realizadas até um dia antes do início da atividade. Após esse período, caso ainda haja vagas, é possível se inscrever pessoalmente em todas as unidades. Após o início da atividade não é possível realizar inscrição.

    Mais informações: http://centrodepesquisaeformacao.sescsp.org.br/atividade/arte-textil-entre-tramas-e-resistencias

  • seg
    01
    maio
    2017

    Uma das formas de reagir ao golpe à democracia e aos direitos trabalhistas, que estamos vivendo no Brasil desde 2016, é a mobilização coletiva em várias frentes de resistência. De maneira artística, pretendemos denunciar para a comunidade internacional o desmonte político e o ataque aos direitos humanos e trabalhistas no Brasil. Neste contexto, os coletivos que se dedicam a criar obras artísticas de enfrentamento ao discurso hegemônico e que questionam a ruptura da normalidade democrática no Brasil estão cotidianamente sendo perseguidos, censurados e gradativamente silenciados através da drástica redução dos investimentos em cultura. Por isso o Desvio Coletivo está realizando esta campanha com o intuito de arrecadar fundos para viabilizar apresentações da performance Cegos em Portugal, Suíça e China neste primeiro semestre de 2017.

    Mais informações:

    https://www.catarse.me/cegos_denunciadogolpe?ref=facebook&utm_source=facebook.com&utm_medium=social&utm_campaign=project_share_insights

  • qui
    04
    maio
    2017
    dom
    28
    maio
    2017
    CCBB- Rio de Janeiro

    “ELA”
    Texto: Marcia Zanelatto
    Direção: Paulo Verlings
    Elenco: Carolina Pismel, Elisabeth Monteiro e Patrícia Elizardo
    Centro Cultural Banco do Brasil (Teatro III)
    Rua Primeiro de Março, 66, Centro, Rio de Janeiro, tel. 21 3808-2020
    Estreia dia 4 de maio, quinta-feira, às 19:30h
    Temporada: Quarta a domingo, às 19:30h. Até 28 de maio.
    Venda na bilheteria de quarta a segunda, das 9h às 21h ou pelo site www.ingressorapido.com.br
    Ingresso: R$20 (inteira) e R$10 (meia)
    Classificação 14 anos
    Duração: 60 minutos
    Drama

    Atendimento à Imprensa

    Ney Motta | contemporânea comunicação
    assessoria de imprensa
    21 98718-1965 e 2539-2873

  • qui
    04
    maio
    2017
    dom
    28
    maio
    2017
    Sesc Belenzinho
    FICHA TÉCNICA DO ESPETÁCULO
    Gênero: Drama
    Direção, dramaturgia e texto: Ana Rosa Tezza
    Elenco: Evandro Santiago, Helena Tezza, Janine de Campos, Marcelo Rodrigues e Regina Bastos
    Música: Mateus Ferrari
    Músicos: Mateus Ferrari e Breno Monte Serrat
    Plástica do personagem e máscaras: Maria Adélia
    Iluminação: Beto Bruel e Rodrigo Ziolkowski
    Figurino: Eduardo Giacomini
    Cenário: Fernando Marés
    Produção: Laura Tezza e Larissa Mayra
    Contra Regra: Mozart Machado
    Criação do espetáculo: Ave Lola Trupe de Teatro
    Realização: Ave Lola e as Meninas Produções Artísticas
    Produção Local: Martina Gallarza (Roda de Criação)
    Assistentes de Produção Local: Catharina Negraes e Laura Severo
    Assessoria de Imprensa em São Paulo: Vanessa Fontes
    SESC BELENZINHO – Rua Padre Adelino, 1000 – Belenzinho (próximo à estação Belém do metrô). Telefone: (11) 2076-9700. Acesso para deficientes físicos. Estacionamento: R$ 10,00 a primeira hora e R$ 2,50 por hora adicional e R$ 4,50 a primeira hora e R$ 1,50 por hora adicional (credencial plena).

     

  • sex
    05
    maio
    2017
    dom
    28
    maio
    2017
    Sesc Ipiranga São Paulo
    “Mata teu pai”
    Texto: Grace Passô
    Direção: Inez Viana
    Performance: Debora Lamm
    Direção de Produção: Claudia Marques
    Local: Sesc Ipiranga, Rua Bom Pastor, 822, telefone 3340-2000
    Temporada: 5 a 28 de maio, sexta e sábado às 21h, domingo às 18h
    R$30 (inteira), R$15 (meia-entrada) e R$9 (credencial plena)
    Vendas pela internet: www.sescsp.org.br/ipiranga
    Classificação 14 anos
    60 minutos
    Drama

     

  • sáb
    06
    maio
    2017
    dom
    28
    maio
    2017
    Centro Cultural Parque das Ruínas - Rio de Janeiro

    “Frida Kahlo, a deusa tehuana”
    Centro Cultural Parque das Ruínas
    Rua Murtinho Nobre, 169, Santa Teresa, Rio de Janeiro. Tel.: (21) 2215-0621
    Temporada: 6 a 28 de Maio. Sábado às 19:30h e Domingo às 19h
    Ingresso: R$ 40,00 (inteira) e R$ 20,00 (meia)
    Gênero: Drama
    Duração: 60 minutos
    Classificação: 16 anos

    Atendimento à Imprensa

    Ney Motta | contemporânea comunicação
    assessoria de imprensa
    21 98718-1965 e 2539-2873

  • dom
    21
    maio
    2017
    sex
    26
    maio
    2017
    Casa Bonita

    No dia 21 de maio acontece a abertura da exposição "Da Água ao Concreto", uma parceria entre as artistas Anna Shaw e Caroline Theodoro com a Casa Bonita. Você tem até o dia 26 de maio para conferir o resultado!

    A Casa Bonita é um espaço colaborativo e multidisciplinar de arte integrada, na zona sul de São Paulo, e estreia suas atividades no formato galeria com essa exposição.

    O tema parte de um elemento essencial para a nossa sobrevivência: a água. Além disso, é o principal ponto em comum entre as duas artistas que provocam e inspiram com as suas obras.

    Confirme a sua presença, prepare-se para uma experiência única! Confira a programação no evento oficial: https://www.facebook.com/events/1769797586628684/

    Permita-se sentir.

    Informações

    Quando? 21/05 até 26/05
    Que horas? A exposição acontece diariamente, das 11h às 19h. No encerramento, haverá um Happy Hour especial das 18h até 22h!
    Quanto? Entrada Gratuita

    Onde? Casa Bonita - Rua Joaquim Guarani, 304 . Jd. das Acácias (ref. Shopping Morumbi)

    (11) 3467-7004 //  casabonitabazar@gmail.com

    Sobre as artistas

    Anna Shaw
    Designer gráfica, Ilustradora e artista, desde pequena é fascinada pela magia da arte e pela luminosidade das cores. A expressão corporal sempre esteve muito presente na sua vida, seja dançando em um palco ou escalando uma montanha. A artista buscou a aquarela para trazer mais leveza ao seu dia a dia. Seus desenhos mesclam as próprias experiências de vida, que giram em torno do movimento entre o corpo e a natureza. Há um ano, Anna compartilha sua arte com o objetivo de trazer beleza para as coisas simples da vida.
    www.instagram.com/annas.shaw 

    Caroline Theodoro
    Fotógrafa profissional e artista plástica ligada a diversas expressões de arte desde a sua infância. Foi motivada principalmente pela avó a fazer o que ama, e incentivada pela mãe a valorizar o artesanato. Considera os momentos de criação e produção pura poesia. Esteve presente na Livraria Cultura com exposição fotográfica e recentemente com a marca Concrete Lovee, que nasceu da ideia de compartilhar amor e boas energias através de sua admiração pela natureza e paixão por cores e texturas.
    www.instagram.com/concretelovee

    Sobre o local
    Casa Bonita
    A CASA BONITA é um espaço colaborativo e multidisciplinar de arte integrada e está aberta gratuitamente para o público e também para artistas e outros coletivos, que desenvolvam atividades socioculturais para crianças, jovens e idosos.
    O espaço oferece e promove eventos como exposições, shows, sarau literário, cursos, workshops e etc. É o endereço do “Bazar das Minas”, evento que apoia o empreendedorismo feminino. Também oferece a realização de serviços como ilustração, design, vídeo e cenografia para eventos.

    Sobre a organização

    Curadoria e Design: Amanda Leite

    Direção Artística: Elaine Zaratin

    Produção de Conteúdo: Ingrid Astasio

  • ter
    23
    maio
    2017
    sáb
    03
    jun
    2017
    Casa Popular de Cultura M Boi Mirim

    De 23 de maio a 03 de junho de 2017, a Cia Sansacroma realiza a 8ª edição do Circuito Vozes do Corpo, mostra de danças contemporâneas que este ano reúne em dez dias de evento 30 apresentações diversas entre companhias de dança, coletivos artísticos, artistas solo, rodas de conversa e workshops. Toda a programação este ano acontece na Casa Popular de Cultura M Boi Mirim, na zona Sul da capital.

    Com a realização do evento este ano, o Circuito Vozes do Corpo mantém-se firme resistindo às marés como na prática do surfista, ao se manter em pé na prancha, construindo um corpo resistente aos impactos com o objetivo de legitimar a dança, sua fruição e descentralização na região sul da cidade de São Paulo, promover ainda o protagonismo e participação dos sujeitos historicamente à margem, suas identidades e raízes, seres esses pretxs; periféricxs; mulheres (cis e trans*) e artistas da dança em suas pluralidades.

    Assim como na edição anterior, a oitava edição do Circuito Vozes do Corpo não detém de subsidio para sua realização, porém mantem ainda acesa a vontade do acontecimento de uma ação potente, referencial e necessária diante dos atuais acontecimentos que envolve, as políticas culturais na cidade, a Sansacroma tem a honra e a gratidão de contar com artistas parceiros de profissão, de identidades e condições similares.

    O eixo curatorial desta edição é o olhar para a cena das danças contemporâneas em diálogo estético político às produções da Cia Sansacroma, cuja direção, criação e concepção assinada por Gal Martins traça em suas inspirações para a cena as questões que envolve o corpo negro na construção da poética do corpo indignado e sua potência de transformação.

    “É urgente a relação. É urgente a parceria para além dos pares e ímpares. Precisamos pensar em como as diferenças e as pluralidades podem se reinventar a partir de uma crise do conservadorismo e retrocesso instaurado”, comenta o assistente de direção Djalma Moura. “A chamada aqui é para recompormos nossas posições, nossos discursos, nossos confortos e certezas. Rever e questionar privilégios, refletir sobre as parcerias e como estabelece-las enquanto estratégia de sobrevida”, conclui Moura.

    Confira abaixo a programação:

    30 de maio | 19h00

    Zumb.Boys

    Espetáculo: Dança por Correio

    Tem o desejo de comunicar-se com os transeuntes, viajantes de sua própria cidade e turistas de uma vida dedicada ao infinito trabalho e busca pelo conforto, utilizando seus corpos para traduzir as sensações de um “ser urbano”. A intenção é interferir nos fluxos cotidianos, na paisagem urbana, fazendo com que as pessoas escolham uma carta, e a partir dessa escolha seja determinado o que será dançado, onde o interprete-criador traduzirá os sentimentos e sensações que a carta expressou, com o intuito de transformar e interferir no trajeto das pessoas que por ali passam, diluindo a arte no cotidiano.

    Ficha Técnica

    Direção Geral: Márcio Greyk | Intérpretes Criadores: Danilo Nonato, David Xavinho, Eddie Guedes, Guilherme Ferreira, Igor Souza e Márcio Greyk | Operador de som: Alex Araújo | Produtor: Kelson Barros - Cazumbá Produções Artísticas

    30 de maio | 20h30

    Núcleo de Pesquisa e Criação Os Peculiares (antiga Cia. Street Son)

    Espetáculo: “Falem comigo”

    O espetáculo “Falem Comigo” nasceu do estudo que fizemos sobre a LIBRAS (língua Brasileira de Sinais) e a Cultura Surda, uma Cultura cheia de cores e de muitas alegrias!

    Esse universo maravilhoso nos apresentou a comunicação que é feita através de um bailado expressivo, repleto de símbolos, significados e sentimentos.

    Mostraremos nessa composição alguns momentos que colaboram diretamente com a formação da identidade do surdo e do deficiente auditivo ao longo de suas vidas.

    Falem Comigo é uma possibilidade de dialogarmos de uma forma inusitada e peculiar!

    Ficha Técnica

    Direção Artística: Duda Moreno | Intérpretes criadores: Carlos Alexandre, Emerson Oliveira, Duda Moreno, Marcus Oliveira, Thays Peric e Yago Azevedo | Professor de Dança Contemporânea: Robson Ferraz | Professor de LIBRAS: Filipe Macedo | Trilha sonora: Fabricio Zavanella, Duda Moreno | Colaborações sonoras: Rita Pontes e Luiz Pontes - Som de Cristal | Iluminação: Gabriela Rosso | Figurino: Duda Moreno

    31 de maio | 14h ás 16h

    Oficina: “Contágio” – Mediação: Flip Couto

    Partindo de sua bagagem vinda das Danças Urbanas e se utilizando princípios da dança "Locking", Flip Couto trabalha a partir de imagens e gestualidades propondo dinâmicas em busca criar um fluxo de contágios, sensibilizando os corpos para interagir entre si, com o espaço, sonoridade, memórias e histórias que carregamos em nossos corpos.

    O trabalho faz parte da pesquisa de movimentação de seu solo "Sangue".

    31 de maio | 19h00

    Performance de danças urbanas com o grupo juvenil “FreeStyle HD Crew”

    31 de maio | 20h30

    Móbile.s Cia. de Dança

    Espetáculo: Morfema

    Foi quando o Mal bateu suas asas, sobre o mundo que desconhecia, que ele se viu em queda livre. Sem abrigo, ele renasceu fragmentado e encontrou o seu refúgio nas contradições, medos e dúvidas de si mesmo: o que, ou quem, seria ele, afinal? Com o tempo, do pedaço mais primitivo se construiu o simples, que na composição da linguagem tornou-se o tudo e deu à luz novos variados: os indivíduos e o transformar.

    Ficha Técnica

    Direção: Natália Moura | Elenco: Diego Oliveira, Dom Gabriel, Doug Ibanez, Ivan Augusto, Larissa Luzeti, Marcia Marcos e Thays Peric | Iluminação: Gabriela Russo

    01 de junho | 19h00

    Fragmento Urbano

    Espetáculo: “Encruzilhada”

    “Encruzilhada” é um espetáculo de dança sobre a atualidade, a ressignificação da ancestralidade, os espaços urbanos e propostas de numa nova consciência corporal e política, em movimento propõe um ato de resistência das periferias, dos mestres da cultura popular e do Hip Hop pouco reconhecidos.

    Ficha Técnica

    Direção: Douglas Iesus | Intérpretes-Criadorxs: Anelise Mayumi, Douglas Iesus, Juliana Sanso, Luan Afonso, Tiago da Silva | Produção: Anelise Mayumi e Diego Castro | Preparador corporal: Mauro Alves | Artistas provocadores: Luli Ramos e Fernando Ferraz | Artistas dos Blocos de Formação Encruzilhada: Fernanda Cruz, Cláudio Thebas, Banks Back Spin, Marcelino Freire, Lamartine Silva, Dinho Nascimento, Rapadura Xique Chico, Pedro Peu, Thales F. Sarjo, Pikolé, Edson Jacaré, Morgana Souza, Nego Love e Vanilton Lakka | Captação de áudio e vídeo: Marianna Midori e Aline Senzi | Ensaiador: Thales F. Sarjo | Assessoria de imprensa: Marianna Midori e Luan Afonso | Figurinos e adereços: Denise Guilherme | Apoio cênico: Thales F. Sarjo | Design gráfico: Adriana Nogueira | Fotografia: Roger Cipó | Paisagem sonora: João Nascimento, Rapadura Xique Chico, Ana Diniz e Clã Nordestino

    01 de junho | 20h30

    Solo: Flor da Vida

    Intérprete: Verônica Santos

    “Flor da vida” surge do desejo de Suelly Machado (bailarina e diretora do Grupo de dança Primeiro Ato – Belo Horizonte/MG) presentear a mais nova bailarina de sua companhia com um solo, a intérprete Verônica Santos.

    Em 09 de setembro de 2009, aos 22 anos, Verônica Santos integrasse oficialmente ao elenco de um dos grupos mais renomados do Brasil e estreia o solo “Flor da vida”.

    O solo é montado e coreografado por Rosa Antuña, bailarina mineira que apresentou dentro da sala de ensaio o livro “Mulheres que correm com os lobos – Mitos e Histórias do arquétipo da mulher selvagem” da  autora Clarissa Pinkola Ester, tendo como proposta uma leitura conjunta com Verônica Santos durante toda a preparação corporal.

    De maneira poética, coreografa e  bailarina criam uma conexão entre os mitos e contos do livro. Buscando coreograficamente os arquetipos que o mesmo apresenta

    01 de junho | 21h00

    Coletivo Desvelo

    Mostra de processo: Depoimento para fissurar a pele_1º

    O Coletivo Desvelo, através das filosofias e/ou mitos de Iansã [Deusa dos raios, ventos e tempestades, guerreira que se transmuta em búfalo ] e Caipora [ protetor das matas e dos animais, que usa de suas forças para enganar os caçadores com sons e ruídos ]. Dois contos aqui que se unem, o primeiro através da diáspora africana ao Brasil e outro vivido pelos indígenas brasileiros.

    Fissurar a pele está para compartilhar um processo de compreensão dos imaginários em que cada artista-criador aqui se lança ao refletir sobre suas identidades e as identidades transmutadas brasileiras. Como se fazer presente, dentro do contexto de cada um, nas resistências preto-indígenas na sociedade.

    Ficha Técnica

    Concepção + Direção: Djalma Moura | Interpretes + Criadores: Erico Santos; Juliana Nascimento; Mônica Caldeira; Piu Dominó; Renato Almeida; Shayanny Sá; Victor Amaro e Djalma Moura | Direção musical: Leandro Perez | Figurinos: Coletivo Desvelo | Assistente de Produção: Cassia Rosário.

    02 de junho | 16h as 18h

    Oficina de Danças Brasileiras com Andrea Soares

    Trilhando uma investigação corporal em torno das danças tradicionais brasileiras, partindo da percepção e consciência corporal, a oficina “Danças Brasileiras: um olhar contemporâneo”, pretende situar os participantes não só sobre os passos de algumas destas danças, mas também sobre seus contextos originais, de forma a entendê-las não como uma ação estética isolada, mas como fruto de uma realidade sociocultural.

    Tendo como base do trabalho, noções de Eutonia, Técnica Klauss Vianna, com ênfase na sua fase lúdica, e a força rítmica e gestual das danças tradicionais brasileiras, os encontros pretendem buscar a ampliação do repertório de movimento dos participantes, gerando a construção da dança nas possibilidades expressivas dos mesmos.

    Andrea Soares é atriz, dançarina, eutonista e Mestre em Estética e História da Arte pela USP, além de pesquisadora das culturas populares tradicionais brasileiras e diretora do Núcleo Pé de Zamba de Pesquisa Cênica.

    02 de junho | 20h00

    Performance com o Grupo Flor de Lis

    O Grupo Flor de Lis, formado em 2000, na Casa Popular de Cultura do M´Boi Mirim é composto de 40 mulheres, na faixa etária de 60 a 88 anos. Originalmente era somente um grupo de convivência, e em 2003, a partir do resgate das experiências de suas participantes, passa a se dedicar à pesquisa e a promoção de manifestações da cultura popular tradicional brasileira, através da poesia, de danças, cantigas de roda, cortejos, brincadeiras, etc.

    Hoje o Grupo possui em seu repertorio mais de 18 coreografias, baseadas em diferentes ritmos brasileiros (ciranda, samba de roda, dança indígena, cacuriá, carimbô, xaxado, maracatu, coco, cavalo-marinho, bumba-meu-boi, quadrilha junina, pastoril, frevo, congada...)

    02 de junho | 20h30

    Malu Avelar

    Solo: CORpo Excluso

    A criação desse trabalho se deu dentro de uma Universidade Federal e também da perda do irmão da melhor amiga da artista, assassinado em uma favela da cidade de Belo Horizonte. Através dessas condições o processo revelou uma série de dificuldades tanto burocráticas, tendo em vista o local onde estava sendo criado, e os sentimentos conflituosos de uma perda injusta. CORpo Excluso é uma premissa onde a criadora-intérprete busca atravessar as condições de ser mulher-preta dentro de um território que são instituídos a anulação da existência e importâncias de determinadas pessoas que fazem parte da sociedade, sendo assim, os impedindo que esses corpos se movimentem, transitem, dialoguem, ou que se reconheça, identifiquem, ou que apenas tenham o direito de existir. Esse trabalho é o início de uma sensação de descoberta e existência de um desses corpos que são exclusos.

    02 de junho | 21h00

    Calcâneos

    Work in Progress: Filhxs --da---Pº##@! T O D A

    É sobre tomar na cara.

    É sobre ser.

    É sobre ser perseguido no supermercado, é sobre ser considerado sujo, é sobre ser colonizado, é sobre não ser privilegiado pela história, é sobre não ser documentado.

    É sobre não poder doar sangue. É sobre ser um desperdício de homem. É sobre ser dandara. É sobre não poder demonstrar afeto.

    É sobre ser tida como louca. É sobre a culpa ser minha. É sobre apanhar e manter silêncio. É sobre um estupro a cada 12 segundos.

    E nessa parte do texto já ter ocorrido um estupro.

    É sobre exclusão. É sobre não ter 3,80. É sobre tiro e dispersão.

    É sobre o receio da cor vermelha e azul.

    É sobre achar que a maior droga do mundo é a maconha.

    É sobre o fanatismo acima da vida. É sobre a ingenuidade de ser abusado. É sobre ser princesa, barbie ou patrícia.

    É sobre mamar nas tetas do governo. É sobre mimimi. É sobre diferenciar opinião de opressão

    É sobre mulher, sobre homem, sobre heteronormatividade, sobre cis, sobre trans, sobre lgbt, é sobre o negro, sobre o branco, sobre o índio, sobre ritos.

    Sobre humano!

    É “Quando a educação não é libertadora, e o sonho do oprimido é ser o opressor”.  Paulo Freire.

    Ficha Técnica

    Direção Geral e Artística: Victor Almeida | Interpretes-Criadores: Henrick Moreno, Isadora Battiato, Joelma Souza, Lucas Pardin, Rachel Souza, Richard Pessoa, Victor Almeida e Vinicius Longuinho | Músicos: Lion Lourenço, Paula Beatriz, Thalyta Turano | Concepção de Letra e Música: Coletivo Calcâneos | Texto: Coletivo Calcâneos | Ensaiador: Richard Pessoa | Assessoria de Comunicação: Joelma Souza e Vinicius Longuinho | Auxiliar Administrativo: Rivaldo Ferreira | Direção de Produção: Victor Almeida | Produção Geral: Coletivo Calcâneos

    03 de junho |17h00

    Grupo Batakerê

    Girança

    Os corpos de ontem e de hoje se expressando no mesmo lugar, juntos. Uma Jam de improviso, o roteiro nascerá da criação de um jogo partindo da metáfora "Jogo da vida". A improvisação traz como imagem a viagem/ deslocamento, suas estradas e caminhos, atenção aos obstáculos, sinais, retas e imprevistos, entre leveza e níveis (baixo, médio, alto), formas e imagens, qualidades advindas da experimentação de embarcar juntos na viagem e desafios da vida, seguindo em busca do ponto X, plataforma dos encontros e troca dos saberes. Música e dança, o que de melhor cada um pode levar para a rua, para o encontro. O que bebeu e o que plantou? Pelas estradas que passou...

    03 de junho | 18h00

    Flip Couto

    Solo: Sangue

    Tendo como ponto de partida o ambiente dos Bailes Black dos anos 70, festas de bairros, reuniões de famílias negras e as diversas relações presentes no dinâmico cotidiano das cidades, a obra busca criar um ambiente relacional tendo o auto depoimento como disparador de sensações, sonoridades, gestos, imagens e ritmos. Estímulos esses que criam um fluxo de improvisação através da troca de contaminações, culminando assim em um resgate/transformação das memórias de cada um. O processo da obra traz como poética a experiência dos vínculos pré estabelecidos entre público e obra que se encontram e se diluem em um mesmo espaço, podendo se transformar numa coisa só.

    Sangue é a união das individualidades e suas composições; Sangue é a circulação das vivências familiares conscientes e Inconscientes; Sangue é corpo! Um Corpo Negro, Um corpo Homo, Um corpo Positivo.

  • ter
    30
    maio
    2017
    qua
    21
    jun
    2017
    21hCompanhia do Feijão

    Mais informações: clique aqui

  • sex
    02
    jun
    2017
    dom
    25
    jun
    2017
    Teatro de Arena Eugênio Kusnet

    A Impávida Trupe de Teatro Popular apresenta

    Olga Benário Prestes foi presa e deportada, após a Insurreição Comunista em 1935, para a Alemanha Nazista, onde deu luz à sua filha Anita. Olga, companheira de Luís Carlos Prestes, foi morta em 1942 em uma câmera de gás na cidade de Bernburg – Alemanha.

    “Somos todos Olga” é um espetáculo biográfico, emocionante e questionador que retrata Olga Benário momentos antes de sua execução. Ela, mulher judia, comunista, lutadora incansável por liberdade e justiça, encontra-se confinada em uma solitária, ciente da sua morte certa, sofre com seu destino próximo e com a impossibilidade de voltar a ver sua filha e seu companheiro.

    A pesquisa parte da última carta que Olga escreveu à sua filha Anita, a seu companheiro e ao mundo. Por trás daquela guerrilheira havia muito mais de humano que jamais alguém poderia supor. E lá estava ela: dona de uma fortaleza imensurável e ao mesmo tempo frágil, amargurada, torturada, banida, sem expectativa de um futuro próximo, sabendo que em instantes a câmara de gás e o nada a aguardava.

    A trama surge a partir da narrativa, ora da personagem, ora da própria atriz-criadora, trazendo à tona emoções, memórias, desmascarando questões sociais e políticas de ontem e de hoje, articulando fatos históricos, despertando e urgindo questionamentos e reflexão do público. Abrindo mão da catarse para dar lugar à empatia com o oprimido na busca de um teatro não-aristotélico, tirando o público da sua passividade e estimulando-o a uma tomada de decisão.

    Sinopse
    “Somos todos Olga” é um espetáculo biográfico, emocionante e questionador que retrata Olga Benário Prestes momentos antes de sua execução. Ela, judia, comunista, mulher que sempre lutou por liberdade e justiça, agora confinada em uma cela solitária, sabe da sua morte certa, sofre com seu destino próximo e com impossibilidade de nunca mais poder ver sua filha e seu companheiro.

    Ficha Técnica:
    Texto, direção e interpretação: Alessandra Cavagna | Assistência de direção: Fabrício Casanova e Alessandra Christine | Figurino: Alessandra Cavagna | Iluminação: Décio Filho | Operação de Som: Alessandra Chistine e Thiago Silva | Operação de Luz: Fabrício Casanova

    Serviço:
    Teatro Arena Eugênio Kusnet
    endereço: Rua Dr. Teodoro Baima, 94, Consolação
    Telefone: 3256.9463
    Estréia dia 2 de junho até dia 25 de junho
    sexta-feira e sábados às 21h, domingos às 20h
    Duração: 90 min
    Ingressos: R$20,00 inteira; R$10,00 meia
    Indicação: maiores de 16 anos.

  • sáb
    03
    jun
    2017
    sáb
    24
    jun
    2017
    10h30 às 12h30Espaço Paulista de Arte

    Será o primeiro módulo no Espaço Paulista de Arte, que fica em Pinheiros, sempre das 10h30 às 12h30, todo sabadão, a partir de junho.
    Cada módulo, que dura um mês ou quatro aulas, está a R$180 antecipados, e o curso não cobra matrícula. Serão poucas vagas, a fim de fazer um trabalho focado, para promover transformações mais notáveis a todas/os que participarem.
    Pra quem não conhece, a Dança Autonomia é uma proposta inovadora, que associa conhecimentos da Antropologia e da Sociologia a técnicas da Dança Contemporânea para identificar e desconstruir tabus e vícios corporais socialmente enraizados.
    É um trabalho agradável e intenso, que envolve movimento e diálogo. Não é preciso ter nenhum tipo de experiência prévia ou conhecimento específico para participar.
    Sou socióloga pela USP e bailarina de Dança Contemporânea e Vertical em contínuo desenvolvimento.
    Quem quiser conhecer um pouquinho do que é feito pelo projeto Seu Movimento de Dança (e) Autonomia, pode me seguir na página Bárbara Dança.
    Esse texto também resume um pouco da proposta:
    https://seumovimento.wordpress.com/.../primeiros-passos.../

  • seg
    12
    jun
    2017
    qua
    14
    jun
    2017
    Santana do Parnaíba, Salto e Cabreúva

    MENINAS GUERREIRAS NA ROTA DAS BANDEIRAS - Atividades poéticas (contação de histórias, oficinas e bate-papo). Atrizes - Luciana Lyra e Stella Garcia. Música – Alessandra Leão. Desenhos - Vânia Medeiros. Duração - 3 horas. Recomendado para crianças a partir de 11 anos.  Capacidade - 60 pessoas

    Santana do Parnaíba - Dia 12 de junho, segunda, às 14 horas
    Local: Biblioteca do Colégio Municipal André Fernandes
    Endereço: R. Ricardo - Bairro Cento e Vinte, Santana de Parnaíba

    Salto - Dia 13 de junho, terça, às 8 horas
    Local: Biblioteca Municipal Paço dos Taperás
    Endereço: R. Nove de Julho, 1142 - Centro, Salto

    Cabreúva - Dia 14 de junho, quarta, às 8 horas
    Local: Biblioteca Municipal de Cabreúva – Prof. Basilis Godoy
    Endereço: R Marciano Xavier de Oliveira, 364

     

    Depois de Itu e Salto, Santana do Parnaíba será invadida por mulheres guerreiras de Tejucupapo no próximo dia 12 de junho. É isso que propõe o projeto MENINAS GUERREIRAS NA ROTA DAS BANDEIRAS, contemplado no EDITAL PROAC Nº 36/2015 - ESTÍMULO À LEITURA EM BIBLIOTECAS.  Refazendo o caminho dos bandeirantes, o projeto irá passar por algumas cidades do interior paulista e, além de doar exemplares do livro DE COMO MENINAS GUERREIRAS CONTARAM HEROÍNAS, escrito por Luciana Lyra e ilustrado por Vânia Medeiros, para uma biblioteca local, irá apresentar uma série de ações poéticas, que incluem contação de histórias, bate-papo com autora e oficinas. Toda a programação é gratuita.

    Atriz, dramaturga e diretora de teatro, Luciana Lyra sempre baseou suas pesquisas no entendimento e fortalecimento do feminino, bem como na figura do mito e fábulas. Seu Mestrado em Artes Cênicas, pela UNICAMP-SP foi o mito da guerreira, que gerou a estrutura dramatúrgica e performance Joana In Cárcere, com base na figura de Joana d’Arc. E foi durante essa pesquisa que Luciana conheceu a história das mulheres de Tejucupapo, distrito de Goiana, Zona da Mata Pernambucana, tornando-as base para seu doutorado em Artes da Cena, também na UNICAMP. Escondidas nos livros de história do Brasil, essas guerreiras enfrentaram os holandeses em 1646, impedindo que seu distrito fosse tomado pelos mesmos.

    Os invasores europeus já tinham perdido a quase totalidade do domínio nas terras pernambucanas, estavam cercados e precisavam desesperadamente de alimentos, provisões. Tentaram, então, ocupar Tejucupapo, uma área tradicional de plantio da mandioca. A farinha de mandioca, que desde os tempos de Nassau escasseava, agora era um produto pelo qual valia a pena arriscar-se em combates. A fome assolava a população do Recife e de Maurícia, onde estavam praticamente confinados os holandeses. Então, eles resolveram ampliar seus domínios e escolheram um domingo para tentar tomar Tejucupapo. Neste dia, os homens do vilarejo costumavam ir ao Recife a cavalo para comercializar os produtos da pesca – caranguejos e outros moluscos que vendiam nas feiras da capital. O distrito estaria, portanto, menos protegido, acreditavam os holandeses. Para defender sua terra e seus filhos, as mulheres guerrearam contra os invasores e saíram vitoriosas.

    Luciana foi para Tejucupapo e lá conheceu Dona Luzia Maria, auxiliar do posto de enfermagem do vilarejo e que se dedica, desde 1993, a recontar essa história ao lado de moradores, por meio de uma peça. O livro de Luciana Lyra usa esse contexto e a figura de Dona Luzia e outras mulheres desse local para recontar a batalha de 1646. A publicação é dedicada ao público infanto-juvenil, foi escrita graças à Bolsa de Criação Literária da FUNARTE e publicado pelo Prêmio de publicação de livro do PROAC/SP, em 2011.

    Distribuição
    Como um dos objetivos de Luciana com esse livro sempre foi o empoderamento feminino desde a infância, além de descortinar a história do Brasil e mostrar que também temos heroínas, a autora montou esse projeto de intervenções poéticas para que a obra fosse distribuída de maneira artística. A primeira fase de distribução do livro aconteceu em Pernambuco, em 2014, graças ao patrocínio do FUNCULTURA-PE e percorreu parte do caminho que os Holandeses fizeram até chegar a Tejucupapo, seguindo o mesmo modelo que será feito aqui em São Paulo: com contação de história, oficinas e a distribuição gratuita de DE COMO MENINAS GUERREIRAS CONTARAM HEROÍNAS para biblioteca local.

    Quando pensou em repetir o projeto no estado de São Paulo, Luciana quis percorrer a rota dos bandeirantes paulistas para tentar despertar a curiosidade nas crianças de se perguntarem onde estão as mulheres dessa parte da história. Por isso, a contação  e o bate-papo com ela sofrerão algumas modificações.

    A história que as crianças vão ouvir é de um grupo de amigas que precisa fazer um trabalho de escola. Elas se reúnem e acabam chegando até as guerreiras de Tejucupapo e Dona Luzia. Mas, para contar essa história é preciso passar por um série de desafios, que envolvem até um dragão. Em cena estão a própria Luciana Lyra e a atriz Stella Garcia. A dupla é acompanhada de Alessandra Leão, que fica responsável pela execução da trilha sonora (que mistura música original e cantigas populares), e pela ilustradora Vânia Medeiros, que vai fazendo desenhos ao vivo para ajudar a contar a história.

    Após a apresentação, Luciana Lyra bate um papo com o público, falando um pouco sobre a história da batalha que motivou a criação do livro e da apresentação, além de fazer algumas provocações. Depois, as crianças participam de oficinas de ilustração, teatro e música. Ao todo, a programação dura cerca de três horas. Cada biblioteca visitada pelo projeto irá receber 10 exemplares do livro DE COMO MENINAS GUERREIRAS CONTARAM HEROÍNAS.

  • seg
    12
    jun
    2017
    19h às 22h30Cia. Mungunzá de teatro

    Mais informações: clique aqui

  • seg
    12
    jun
    2017
    ter
    11
    jul
    2017
    20h às 22hSesc Consolação

    Mais informações: clique aqui

  • sáb
    17
    jun
    2017
    10h às 12hRua Barão de Itapetininga, 140 - SP

    Mais informações: clique aqui

  • dom
    18
    jun
    2017
    10h00Parque Minhocão

    Mais informações: clique aqui

  • dom
    25
    jun
    2017
    14h às 17hCasa das Mulheres

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  • qui
    03
    ago
    2017
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    17
    set
    2017
    Teatro Oi futuro - Rio de Janeiro
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    26
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    27
    ago
    2017
    Rua Mário Costa, 13 Vila Maria Zélia – Belém – São Paulo SP
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    30
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    2017
    Rua Mário Costa, 13 Vila Maria Zélia – Belém – São Paulo SP
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    07
    nov
    2017